{"id":118,"date":"2018-03-16T14:23:26","date_gmt":"2018-03-16T17:23:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.saaesaolourenco.mg.gov.br\/webv1\/?page_id=118"},"modified":"2021-11-25T16:52:07","modified_gmt":"2021-11-25T19:52:07","slug":"sistema-de-limpeza-urbana","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.saaesaolourenco.mg.gov.br\/webv1\/sistema-de-limpeza-urbana\/","title":{"rendered":"Sistema de Limpeza Urbana"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>O Sistema\nde Limpeza Urbana \u00e9 composto basicamente pelos seguintes servi\u00e7os:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Varri\u00e7\u00e3o e capina de ruas, avenidas e pra\u00e7as:<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Varri\u00e7\u00e3o ou varredura \u00e9 a principal atividade de\nlimpeza de logradouros p\u00fablicos. O conjunto de res\u00edduos como areia, folhas carregadas\npelo vento, papeis, pontas de cigarros, por exemplos, constitui o chamado lixo\np\u00fablico, cuja composi\u00e7\u00e3o, em cada local, \u00e9 fun\u00e7\u00e3o de: Arboriza\u00e7\u00e3o existente;\nIntensidade de tr\u00e2nsito de ve\u00edculos; Cal\u00e7amento e estado de conserva\u00e7\u00e3o do\nlogradouro; Uso dominante (residencial, comercial, etc.) e Circula\u00e7\u00e3o de\npedestre.<\/p>\n\n\n\n<p>Um fator que muito influencia a limpeza de uma cidade \u00e9\no grau de educa\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria da popula\u00e7\u00e3o. Todos deveriam estar conscientes que\nmais importante que limpar \u00e9 n\u00e3o sujar! O pr\u00f3prio Poder P\u00fablico pode dar o\nexemplo, plantando nas ruas \u00e1rvores que n\u00e3o percam muitas folhas em certas\nesta\u00e7\u00f5es, instalando caixas coletoras bem vis\u00edveis por toda parte. Com medidas\ndo g\u00eanero, haver\u00e1 uma significativa diminui\u00e7\u00e3o do trabalho de limpeza.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Coleta transporte e destina\u00e7\u00e3o final de res\u00edduos s\u00f3lidos<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Na gest\u00e3o e gerenciamento de&nbsp;res\u00edduos&nbsp;s\u00f3lidos, deve\nser observada a seguinte ordem de prioridade: n\u00e3o gera\u00e7\u00e3o, redu\u00e7\u00e3o,\nreutiliza\u00e7\u00e3o, reciclagem, tratamento dos&nbsp;res\u00edduos&nbsp;s\u00f3lidos\ne&nbsp;disposi\u00e7\u00e3o&nbsp;final ambientalmente adequada dos rejeitos.<\/p>\n\n\n\n<p>O&nbsp;lixo&nbsp;\u00e9 um dos maiores problemas da sociedade\nmoderna. Dentro do processo de reciclagem, a&nbsp;coleta seletiva \u00e9 uma etapa\nfundamental. Atrav\u00e9s dela, os&nbsp;res\u00edduos&nbsp;recicl\u00e1veis s\u00e3o separados dos\ndemais&nbsp;res\u00edduos, recolhidos por empresas respons\u00e1veis pela limpeza urbana.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Coleta Seletiva<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A Confer\u00eancia\nda ONU sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Rio\/92, preconiza que se deve\nminimizar o lixo por meio dos 3R:<br>\n<strong>I. REDUZIR<\/strong> &#8211; gerar menos lixo, evitando o desperd\u00edcio;<br>\n<strong>II. REUTILIZAR<\/strong> &#8211; prolongar a vida dos materiais;<br>\n<strong>II. RECICLAR<\/strong> &#8211; produzir um novo produto a partir do velho, ou seja,\nretornar os res\u00edduos \u00e0 cadeia produtiva;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>COLETA SELETIVA<\/strong> \u00e9 o processo pelo qual os res\u00edduos s\u00f3lidos s\u00e3o\nrecolhidos separadamente, a princ\u00edpio em dois tipos: o org\u00e2nico (res\u00edduo \u00famido\/\ncompost\u00e1vel) e o inorg\u00e2nico (res\u00edduo seco\/recicl\u00e1vel). A coleta seletiva\npressup\u00f5e que os materiais sejam separados nos lugares onde o lixo \u00e9 gerado &#8211;\nresid\u00eancias, escrit\u00f3rios, escolas, associa\u00e7\u00f5es, ind\u00fastrias e igrejas -, devendo\npreferencialmente, ser enfardados e transportados aos destinat\u00e1rios para\ncomercializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>RES\u00cdDUOS ORG\u00c2NICOS (\u00daMIDOS) <\/strong>compreendem restos de alimentos, cascas e caro\u00e7os\nde frutas, ramos e folhas de poda de \u00e1rvores e res\u00edduos de jardinagem,\nbasicamente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>RES\u00cdDUOS INORG\u00c2NICOS (SECOS)<\/strong> s\u00e3o aqueles que podem ser encaminhados a reuso ou\nreciclagem para retorno ao processo produtivo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>RES\u00cdDUOS N\u00c3O-RECICL\u00c1VEIS\n(REJEITOS)<\/strong> n\u00e3o devem ser misturados ao material da\ncoleta seletiva e devem ser encaminhados ao aterro sanit\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Um programa de coleta seletiva deve contemplar a\nparticipa\u00e7\u00e3o dos catadores, comunidade e da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, est\u00e1\nincentivando a forma\u00e7\u00e3o de associa\u00e7\u00f5es, dotando-as de uma infraestrutura,\nm\u00ednima que seja. Mesmo com a segrega\u00e7\u00e3o na fonte, a exist\u00eancia de um centro de\ntriagem, onde os recicl\u00e1veis s\u00e3o separados por tipo, \u00e9 de grande import\u00e2ncia\npara o abastecimento do mercado de materiais recicl\u00e1veis e como suporte para a\nind\u00fastria recicladora.<br>\n<em>(Coleta seletiva, Fonte: FEAM\u2013Funda\u00e7\u00e3o Estadual do Meio Ambiente)<\/em><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Aterro Controlado<\/h2>\n\n\n\n<p>Segundo a NBR 8849\/1985 da\nABNT (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Normas T\u00e9cnicas), o aterro controlado \u00e9 uma\nt\u00e9cnica de disposi\u00e7\u00e3o de res\u00edduos s\u00f3lidos urbanos no solo, sem causar danos ou\nriscos \u00e0 sa\u00fade p\u00fablica e \u00e0 seguran\u00e7a, minimizando os impactos ambientais. Esse\nm\u00e9todo utiliza princ\u00edpios de engenharia para confinar os res\u00edduos s\u00f3lidos,\ncobrindo-os com uma camada de material inerte na conclus\u00e3o de cada jornada de\ntrabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>Com essa t\u00e9cnica de\ndisposi\u00e7\u00e3o produz-se, em geral, polui\u00e7\u00e3o localizada, n\u00e3o havendo\nimpermeabiliza\u00e7\u00e3o de base (comprometendo a qualidade do solo e das \u00e1guas\nsubterr\u00e2neas), nem sistema de tratamento de percolado (chorume mais \u00e1gua de\ninfiltra\u00e7\u00e3o) ou de extra\u00e7\u00e3o e queima controlada dos gases gerados. O aterro\ncontrolado \u00e9 prefer\u00edvel ao lix\u00e3o, mas apresenta qualidade bastante inferior ao\naterro sanit\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Limpeza de C\u00f3rregos e \u00e1reas verdes:<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Monitorar e fazer melhorias nas\ncondi\u00e7\u00f5es ambientais dos c\u00f3rregos e canais existentes no munic\u00edpio, atrav\u00e9s de\ncapina e ro\u00e7ada (manual e\/ou mecanizada) das margens\/leito, retirada de\nentulho, lama, lixo, mato e demais materiais dos c\u00f3rregos do munic\u00edpio com\nposterior remo\u00e7\u00e3o, acondicionamento e destina\u00e7\u00e3o final dos res\u00edduos\nresultantes. Esta \u00e9 a fun\u00e7\u00e3o deste importante servi\u00e7o realizado pelo SAAE\natrav\u00e9s de empresa terceirizada.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Poda<\/h2>\n\n\n\n<p>A poda, na arboriza\u00e7\u00e3o\nurbana, visa basicamente conferir \u00e0 \u00e1rvore uma forma adequada durante o seu\ndesenvolvimento. Entre os tipos de podas podemos citar:<br>\nI. A poda de forma\u00e7\u00e3o \u00e9 empregada para substituir os mecanismos naturais que\ninibem as brota\u00e7\u00f5es laterais e para conferir \u00e0 \u00e1rvore crescimento ereto e \u00e0\ncopa altura que permita o livre tr\u00e2nsito de pedestres de ve\u00edculos.<\/p>\n\n\n\n<p>II. A poda de limpeza \u00e9\nempregada para evitar que a queda de ramos mortos coloque em risco a\nintegridade f\u00edsica das pessoas e do patrim\u00f4nio p\u00fablico e particular, bem como\npara impedir o emprego de agrot\u00f3xicos no meio urbano e evitar que a perman\u00eancia\nde ramos danificados comprometa o desenvolvimento sadio das \u00e1rvores.<\/p>\n\n\n\n<p>III. A poda de emerg\u00eancia, a\nmais traum\u00e1tica para a \u00e1rvore e para a vida urbana, \u00e9 empregada para remover\npartes da \u00e1rvore que colocam em risco a integridade f\u00edsica das pessoas ou do\npatrim\u00f4nio p\u00fablico ou particular.<\/p>\n\n\n\n<p>IV. A poda de adequa\u00e7\u00e3o \u00e9\nempregada para solucionar ou amenizar conflitos entre equipamentos urbanos e a\narboriza\u00e7\u00e3o. \u00c9 motivada pela escolha inadequada da esp\u00e9cie, pela n\u00e3o realiza\u00e7\u00e3o\nda poda de forma\u00e7\u00e3o, e principalmente por altera\u00e7\u00f5es do uso do solo, do subsolo\ne do espa\u00e7o a\u00e9reo. A substitui\u00e7\u00e3o do uso residencial do solo com recuo da\nedifica\u00e7\u00e3o pelo uso comercial sem recuo da edifica\u00e7\u00e3o, assim como o alargamento\ndo leito carro\u00e7\u00e1vel com redu\u00e7\u00e3o da largura do passeio p\u00fablico e\/ou do canteiro\ncentral, causou e tem causado conflitos entre a nova situa\u00e7\u00e3o e a arboriza\u00e7\u00e3o\npr\u00e9-existente. Conflitos semelhantes s\u00e3o estabelecidos com a instala\u00e7\u00e3o de\nredes a\u00e9reas e subterr\u00e2neas em \u00e1reas j\u00e1 arborizadas, mudando assim o uso do\nsubsolo e do espa\u00e7o a\u00e9reo. Deste modo, a preven\u00e7\u00e3o da poda de emerg\u00eancia\nsomente em parte pode ser atingida com o plantio adequado. Para maior alcance,\n\u00e9 necess\u00e1rio um amplo planejamento da arboriza\u00e7\u00e3o, envolvendo a observa\u00e7\u00e3o das\nnormas existentes e o adequado uso do solo, do subsolo e do espa\u00e7o a\u00e9reo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\u00c9poca de Poda<\/h2>\n\n\n\n<p>A \u00e9poca ideal de poda varia\ncom o padr\u00e3o de repouso de cada esp\u00e9cie. Nas esp\u00e9cies utilizadas na arboriza\u00e7\u00e3o\nurbana, podem ser reconhecidos tr\u00eas diferentes padr\u00f5es de repouso:<br>\nI. Esp\u00e9cies com repouso real: S\u00e3o esp\u00e9cies dec\u00edduas que entram em repouso ap\u00f3s\na perda das folhas. A melhor \u00e9poca para a poda \u00e9 compreendida entre o in\u00edcio do\nper\u00edodo vegetativo e o in\u00edcio do florescimento. A \u00e9poca em que a poda mostra se\nmais prejudicial \u00e0 planta \u00e9 compreendida entre o per\u00edodo de pleno florescimento\ne o de frutifica\u00e7\u00e3o.<strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>II. Esp\u00e9cies com repouso\nfalso: S\u00e3o esp\u00e9cies caducif\u00f3lias que n\u00e3o entram em repouso ap\u00f3s a perda das\nfolhas. Para essas esp\u00e9cies, a melhor \u00e9poca para a poda \u00e9 compreendida entre o\nfinal do florescimento e o in\u00edcio do per\u00edodo vegetativo. A \u00e9poca em que a poda\nmostra-se mais prejudicial \u00e0 planta \u00e9 compreendida entre o per\u00edodo de repouso e\no de pleno florescimento. Nas situa\u00e7\u00f5es em que se queira coletar frutos ou\nsementes, a poda pode ser postergada para o final da frutifica\u00e7\u00e3o sem grandes\npreju\u00edzos para as esp\u00e9cies que apresentam este padr\u00e3o de repouso.<\/p>\n\n\n\n<p>III. Esp\u00e9cies sem repouso\naparente (ou de folhagem permanente): S\u00e3o esp\u00e9cies perenif\u00f3lias, que apresentam\nmanifesta\u00e7\u00f5es externas de repouso de dif\u00edcil observa\u00e7\u00e3o. Para essas esp\u00e9cies, a\nmelhor \u00e9poca para a poda \u00e9 compreendida entre o final do florescimento e o\nin\u00edcio da frutifica\u00e7\u00e3o. A \u00e9poca em que a poda mostra-se mais prejudicial \u00e0\nplanta \u00e9 a compreendida entre o per\u00edodo de repouso e o in\u00edcio do per\u00edodo\nvegetativo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Poda de Ra\u00edz<\/h2>\n\n\n\n<p>Objetivo: o afloramento de\nra\u00edzes, nas situa\u00e7\u00f5es em que n\u00e3o \u00e9 uma caracter\u00edstica da esp\u00e9cie, \u00e9 motivado\npela redu\u00e7\u00e3o da aera\u00e7\u00e3o da camada superficial do solo, quer pela\nimpermeabiliza\u00e7\u00e3o ou compacta\u00e7\u00e3o, quer pela exist\u00eancia de len\u00e7ol fre\u00e1tico alto,\nentre outros motivos.<\/p>\n\n\n\n<p>A poda de raiz tem sido\nempregada para solucionar os transtornos causados pelo afloramento de ra\u00edzes.\nNo entanto, esta pr\u00e1tica deve ser evitada na arboriza\u00e7\u00e3o urbana, principalmente\npor comprometer a estabilidade da \u00e1rvore, al\u00e9m de diminuir a absor\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e\nsais minerais e criar uma \u00e1rea de contamina\u00e7\u00e3o que poder\u00e1, mais tarde, comprometer\ntoda a estrutura da base da \u00e1rvore.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Sistema de Limpeza Urbana \u00e9 composto basicamente pelos seguintes servi\u00e7os: Varri\u00e7\u00e3o e capina de ruas, avenidas e pra\u00e7as: Varri\u00e7\u00e3o ou varredura \u00e9 a principal atividade<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-118","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.saaesaolourenco.mg.gov.br\/webv1\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/118","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.saaesaolourenco.mg.gov.br\/webv1\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.saaesaolourenco.mg.gov.br\/webv1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.saaesaolourenco.mg.gov.br\/webv1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.saaesaolourenco.mg.gov.br\/webv1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=118"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.saaesaolourenco.mg.gov.br\/webv1\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/118\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1100,"href":"https:\/\/www.saaesaolourenco.mg.gov.br\/webv1\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/118\/revisions\/1100"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.saaesaolourenco.mg.gov.br\/webv1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=118"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}